Acabou
na noite desta terça-feira (11) a greve da Polícia Militar na Bahia. Um
acordo foi fechado entre sindicalistas e governo e, nesta quarta-feira
(12), pela manhã, o governador Jaques Wagner falará sobre as baeses do
acordo. Também nesta quarta, cerca de 3.600 novos coletes a prova de
balas chegam à Base Aérea de Salvador, às 14h. Esta é mais uma demanda
dos soldados e oficiais da Polícia Militar atendida pelo Governo do
Estado.
O
Governo do Estado garantiu que não haverá sanções administrativas,
disciplinares ou criminais aos policiais militares que participaram do
movimento chamado “Polícia Legal”. Segundo o coronel Mascarenhas, após
30 dias de negociações, a pauta de reivindicações estruturais está
esgotada e a salarial, que necessita de um estudo maios amplo e
cauteloso, começa a ser discutida por uma comissão nesta sexta-feira
(14). Entre as reivindicações estruturais atendidas estão a entrega de
3.600 novos coletes a prova de balas e o curso para condutores de veículos emergenciais.
Tanto o comandante da PM quanto os líderes da União das Associações destacaram o papel do governador Jaques Wagner ao abrir canais de diálogo para discutir as reivindicações dos policiais militares. O coronel Mascarenhas agradeceu o apoio que lhe foi dado pelo governador nas negociações e a postura de “comandante em chefe” da corporação. “Aqui não há vencidos, nem vencedores. Há pessoas que pensam na instituição e na comunidade”, afirmou o coronel.
“Estamos construindo um novo momento”, declarou o soldado Pinto, sobre as negociações que, segundo ele, levarão a um fortalecimento da PM. “Algumas questões precisam ser tratadas com um tempo maior”, falou o major Correia, sobre o Plano de cargos e Salários, a exigência de nível superior para ingresso do soldado e de carreira jurídica para o oficial. O subtenente Leal destacou a necessidade de elaboração de um plano sem riscos de provocar questões jurídicas para o Estado.
Tanto o comandante da PM quanto os líderes da União das Associações destacaram o papel do governador Jaques Wagner ao abrir canais de diálogo para discutir as reivindicações dos policiais militares. O coronel Mascarenhas agradeceu o apoio que lhe foi dado pelo governador nas negociações e a postura de “comandante em chefe” da corporação. “Aqui não há vencidos, nem vencedores. Há pessoas que pensam na instituição e na comunidade”, afirmou o coronel.
“Estamos construindo um novo momento”, declarou o soldado Pinto, sobre as negociações que, segundo ele, levarão a um fortalecimento da PM. “Algumas questões precisam ser tratadas com um tempo maior”, falou o major Correia, sobre o Plano de cargos e Salários, a exigência de nível superior para ingresso do soldado e de carreira jurídica para o oficial. O subtenente Leal destacou a necessidade de elaboração de um plano sem riscos de provocar questões jurídicas para o Estado.
A
greve da Polícia Militar acabou na hora certa para a população de
Salvador. Nas últimas horas da paralisação a cidade já começava a dar
sinais de insegurança. A Central de Telecomunicações das Polícias
Militar e Civil (Centel) registrou 9 assaltos à ônibus, 4 homicídios e
16 carros furtados. 13 deles, tomados em assalto. Com o retorno da PM às
ruas da capital, as autoridades da segurança pública acreditam na
imediata diminuição nos registros.


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